segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Corticeira Amorim no MoMA Design Store


February 4, 2010 in News by APDesigners
A Corticeira Amorim, através da sua subsidiária Amorim Cork Composites, vai estar representada na loja MoMA Design Store do MoMA – Museum of Modern Art of New York – e em prestigiadas exposições internacionais de arquitectura e decoração, como a MADE expo, em Milão, que se vai realizar entre os dias 3 e 6 de Fevereiro.

A colecção Alma Gémea, uma linha diferenciadora de artigos para o sector dos bens de consumo para a casa, que assenta na combinação da cortiça e da faiança, foi seleccionada para ser vendida no MoMA, um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do mundo. Esta linha de produtos foi desenvolvida no âmbito de uma parceria entre Amorim Cork Composites e aMatceramica.

A exposição dos produtos será feita no espaço Destination Portugal, já a partir de Maio, juntamente com uma selecção de outros artigos nacionais, desenvolvidos a partir de métodos e técnicas tradicionais e com forte capacidade de alavancar o design ecológico.


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Maravilhas do Alentejo

O Ti Zé Chaparro, aproveitando a viagem a Mértola, foi ao médico fazer um 'xécápi'. Pergunta o médico:

- Sr. José, o senhor está em muito boa forma para os seus 40 anos.
- E eu disse ter 40 anos?
- Quantos anos é que o senhor tem?
- Fiz 57 em Maio que passou.
- Não diga! E quantos anos tinha o seu pai quando morreu?
- E eu disse que o meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos tem o seu pai?
- O velho tem 81.
- 81? Que bom! E quantos anos tinha o seu avô quando morreu?
- E eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E quantos anos é que ele tem?
- 103, e ainda anda todos os dias de bicicleta.
- Fico feliz em saber isso. E o seu bisavô? Morreu de quê?
- E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na próxima semana, doutor.
- Agora já é demais! - Diz o médico revoltado! - Por que é que um homem de 124 anos iria querer casar?
- E eu disse que ele se QUERIA casar? Queria nada; ele engravidou a moça!... Agora tem que ser!

Enviado por Pepe Nieves / Isabel Topa

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Maitê Proença num vídeo filmado em Portugal para o programa "Saia Justa" do GNT



E aqui o pedido de desculpa

Emigração portuguesa

Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 países do mundo
03.09.2009 - 16h50 Lusa

Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 países do mundo, sendo França a nação que concentra mais portugueses e Santa Lúcia ou ilhas Maurícias os Estados que registam menos emigrantes, revelam dados do Observatório da Emigração.

Segundo os primeiros dados disponíveis no site do Observatório da Emigração (www.observatorioemigracao.secomunidades.pt) que hoje foram disponibilizados online, residem em França 567 mil portugueses nascidos em Portugal, enquanto em países como Santa Lúcia ou ilhas Maurícias existem menos de 50 emigrantes portugueses.

Os dados do Observatório da Emigração, que nesta fase não reflectem ainda a realidade dos luso-decendentes, revelam ainda que os destinos da emigração portuguesa que mais cresceram nos últimos anos foram Espanha, Reino Unido e Angola. Em Espanha, o número de emigrantes portugueses quase duplicou passando de 71 mil em 2004 para 136 mil em 2008, enquanto no Reino Unido passou de 68 mil para 77 mil e em Angola de 17 mil em 2006 para 23 mil em 2008.

Um movimento traduzido também no crescimento das remessas de dinheiro para Portugal, que no caso de Angola subiram na ordem dos 40 por cento, de 20 mil euros para 70 mil euros em dois anos. Nesta primeira fase, o Observatório da Emigração reúne dados recolhidos junto dos organismos de estatística nos vários países, com as inscrições consulares e dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), numa tentativa de quantificar o número de emigrantes portugueses no mundo.

O site disponibiliza ainda informação sobre associações portuguesas no estrangeiro, uma base de dados dos estudos sobre emigração portuguesa e, mensalmente, uma entrevista com um investigador com trabalho nesta área.

"A página entrou online com informação sobre os 140 países onde há portugueses. A prioridade foi organizar este instrumento e através dele identificar esta rede de representação de Portugal no mundo por via dos seus emigrantes e depois de termos esta rede disponível avançar para um trabalho mais sistematizado de estudo e caracterização da comunidade", disse o secretário de Estado das Comunidades durante o lançamento do site.

António Braga adiantou que com os dados disponíveis não é ainda possível validar a estimativa de 4,5 ou 5 milhões de portugueses tradicionalmente apontada por entidades oficias de especialistas na área da emigração, sublinhado que falta "identificar a zona de penumbra" que constituem os luso-descendentes.

"O número global dos portugueses lá fora tem que levar em linha de conta a perspectiva dos nascidos em Portugal mas temos que somar ainda os que já nasceram lá fora e cujo apuramento é mais difícil, uma vez que se confundem com as nacionalidades", justificou.

Analisando os dados, António Braga destacou a disparidade entre os números apontados para a África do Sul e os apurados pelo Observatório. "Na África do Sul são menos do que achávamos. A disparidade é muito grande. Falava-se em 500 mil ou 600 mil emigrantes e, segundo estes dados, na melhor das projecções são 200 mil", disse.

O Observatório da Emigração resulta de uma parceria entre a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e do Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Ler no Público

Ver observatório da emigração

Nova emigração portuguesa

Esta reportagem passou na SIC com o nome Prelúdio do Mar Distante:

1ª parte


2ª parte

terça-feira, 13 de outubro de 2009

"Portugal Genial", Carlos Coelho


Será o nosso país uma marca? Segundo Carlos Coelho, a construção da marca de um país decorre de uma promoção cuidada e delicada da realidade concreta das suas "National Equities" (História, cultura, geografia, desporto, ciência, economia, entre outras) e das sias "private equities" (empresas e iniciativas privadas).
Pequenos textos sobre riquezas nacionais como o Pastel de Belém, o Cavalo Lusitano, o Galo de Barcelos, ajudam-nos a relembrar o que temos de único. Em simultâneo, Carlos Coelho presta homenagem a várias personalidades, como Carlos Paredes, Mariza e José Mourinho.

No início do livro, algumas páginas negras fazem o luto pelos aspectos menos positivos do nosso país, não sem denunciar os pequenos defeitos que, no seu entender, travam o progresso de Portugal, "país que sempre se sentiu universal por dentro, insignificante e marginalizado por fora".